domingo, 8 de maio de 2016

SISTEMA NERVOSO
O sistema nervoso é um dos sistemas que que controla as funções do organismo. O sistema nervoso controla atividades musculares, o funcionamento da vísceras, o movimento do coração e ritmos de secreção de hormônios pelas glândulas endócrinas.
O controle das atividades do corpo é possível porque possui a capacidade de receber informações sensoriais de todas as partes do corpo e promover a integração dessas informações antes de enviar uma resposta.

O sistema nervoso do ser humano é centralizado, isto é, apresenta maior parte de suas células nervosas em órgãos localizados na região cefálica.
A parte central do sistema nervoso é formada pelo encéfalo (caixa craniana) e pela medula espinhal (envolvida pelas vértebras da coluna).
A parte periférica do sistema nervoso é formada pelos nervos, que comunicam com a parte central, encaminhando para ela estímulos proveniente s de todas as regiões do corpo e transmitindo ao corpo impulsos nervosos gerados no encéfalo e na medula espinhal.


SISTEMA NERVOSO              TECIDO NERVOSO               NEURÔNIOS
Os neurônios são células responsáveis pela transmissão de impulsos eletroquímicos (impulso nervoso).
 

IMPULSOS ELETROQUÍMICOS



O encéfalo humano possui cerca de 100 bilhões de neurônios, e está divido em: cérebro, cerebelo e tronco encefálico.





O cérebro é a parte do encéfalo mais desenvolvida do SNC, nos humanos e está divido em dois hemisférios, o direito e o esquerdo.


A região superficial do cérebro corresponde à substancia cinzenta, chamada de córtex cerebral ( cálculos. Memória, emoções, coordenação da fala, da visão, entre outras).
O tálamo e o hipotálamo, localizam-se embaixo do cérebro e fazem parte de uma região chamada diencéfalo. Todas as mensagens sensoriais, com exceção do olfato, passam pelo tálamo antes de atingir o córtex cerebral; o hipotálamo localiza-se sob o tálamo e controla a temperatura do corpo, o balanço hídrico, o apetite e produção e liberação de alguns hormônios, entre outras funções.
O cerebelo possui células envolvidas na coordenação motora e na percepção da localização no espaço e postura (equilíbrio).
O tronco encefálico é a região de comunicação entre o cérebro e a medula espinhal, formado pela ponte e medula oblonga (bulbo). A ponte controla o cruzamento das vias motoras de modo que o hemisfério esquerdo do cérebro controla o lado direito do corpo e o hemisfério direito controla o lado esquerdo do corpo.        A medula oblonga controla movimentos respiratórios e cardíacos, além de alguns atos reflexos (tosse, deglutição, vômito).
No centro do SNC localiza-se a glândula pineal, que tem tamanho de uma ervilha. Produz e libera melatonina, hormônio que controla o relógio biológico, os períodos de sono e vigília.   A liberação de melatonina é influenciada principalmente pela luz (ciclo do dia e da noite).

A medula espinhal é um cordão formado por células nervosas que conduzem informações sensoriais para o encéfalo e deste para os diversos órgãos.   Alguns movimentos relacionados apenas com a medula, são chamados de ato reflexos, enquanto outros estão relacionados com o bulbo.




A medula e o encéfalo estão envolvidos pelas meninges (três membranas resistentes que reveste toda a parte central do sistema nervoso.
Dura-márter - A membrana mais externa
Aracnoide – A membrana intermediária
Pia-márter – A membrana mais interna

                                                                                                                                                                       Da medula espinhal partem 31 pares de nervos espinhais que possuem fibras sensoriais (conduz a informação do corpo para o sistema nervoso central) e fibras motoras           (conduz a informação da parte central para o corpo).
Da região inferior do cérebro e do tronco encefálico partem 12 pares de nervos, os nervos cranianos.

Os nervos cranianos e os nervos espinhais, constituem a parte periférica do sistema nervoso, são constituídos por axônios (prolongamento do neurônio que transmite os impulsos nervosos). Na periferia do SN tem os gânglios nervosos (corpos celulares de neurônios que ficam fora da parte central).                                                                                                                                                                                          
sistema nervoso                                                                                                                                                                               Os nervos promovem a comunicação entre as estruturas do corpo e a parte central do sistema nervoso.  Exemplo: uma pessoa encosta a mão em uma superfície quente.    Os nervos sensoriais da pele são estimulados pela diferença de temperatura e conduzem estímulos até a parte central do sistema nervoso, especificamente, até a medula espinhal.   Os nervos motores enviam a resposta: ao atingirem os músculos do braço e da mão, estimula o movimento que afasta a mão da superfície quente. (ato reflexo)
Existem respostas mais elaboradas, como a produção de movimentos voluntários:         Digitação, é um ato que envolve áreas do encéfalo, além    dos nervos e da medula espinhal.
Existem também ações de elaboração complexa que não são consciente, como o controle nervoso do ritmo cardíaco.  As terminações sensoriais da parede de vasos sanguíneos detectam alterações no nível de acidez do sangue, entre outros fatores.  Como resposta a parte central do sistema nervoso pode determinar o aumento ou a diminuição do ritmo cardíaco, dependendo da alteração percebida nos vasos sanguíneos.


A divisão motora da parte periférica do sistema nervoso é responsável pelo controle de movimentos voluntários e involuntários.  Em relação a esse aspecto está dividido e, sistema nervoso periférico somático (voluntário) e autônomo (involuntário).
A parte autônoma do SN consiste em duas divisões formadas por nervos , que quando inervam o mesmo órgão, exercem função antagônica.
Na parte chamada divisão simpática, os nervos partem da medula espinhal e liberam uma substância, a norodrenalina, que promove reações associadas a um estado de alerta: aceleração dos batimentos        cardíacos e do ritmo respiratório, inibindo o funcionamento do sistema digestório, liberação de glicose no sangue pelo fígado, dilatação das pupilas.  
Os nervos da divisão parassimpática partem das extremidades da medula espinhal e liberam acetilcolina que provoca a diminuição do ritmo cardíaco e respiratório, estimulação dos órgãos digestivos, contração das pupilas, entre outras efeitos.
A parte autônoma do SN é constituída também por gânglios simpáticos e parassimpáticos. Os simpáticos dispõem-se paralelamente à medula espinhal e distantes dos órgãos inervados por eles; os parassimpáticos formam-se próximos ou até mesmo dentro dos órgãos inervados por eles.

FISIOLOGIA HUMANA

´  Anatomia – origem grega: seccionar. Estuda as partes do corpo, de sua estrutura, tanto externa quanto interna.
´  Fisiologia – Estuda a maneira como funcionam as partes que formam o corpo.
   Nosso corpo é um conjunto de sistemas que funcionam de forma integrada. 
Cada sistema é formado por um conjunto de órgãos, que por sua vez é formado por diversos tecidos, os quais são constituídos por um conjunto de células que juntas realizam determinada função de modo integrado.
Como as células interagem entre si, devemos compreender que o nosso organismo possui uma organização em níveis de hierarquia:  organismo, sistema, órgãos, tecido e células.  Esses níveis são interdependentes
A falta de determinada molécula em nossa alimentação, afeta as células, podendo causar danos ao funcionamento de tecidos e órgãos onde as células são encontradas.
Um dano em um órgão pode resultar na morte de células que o constituem.



APARELHO LOCOMOTOR
     Nosso aparelho locomotor é constituído pelos sistemas muscular, articular e ósseo. Eles possuem 656 músculos e 206 ossos e juntos tem como função principal a atuação em conjunto para que as pessoas possam se locomover. 
SISTEMA ESQUELÉTICO
É formado pelos ossos e cartilagens associadas e eles, que juntos compõem o esqueleto. Está envolvido em movimentos do corpo como: caminhar, segurar objetos, mover a cabeça, morder alimentos, inspirar e expirar.
´  Protegem estruturas vitais como nossos órgãos (pulmões, coração, cérebro, entre outros), além de ser o eixo de sustentação do corpo.
´  Os ossos do corpo estão dispostos de maneira que permite ao homem ter uma postura ereta e se locomoverem sobre os membros inferiores.

´  Os ossos variam de tamanho, como o fêmur, maior osso do corpo com tamanho médio de 50 cm, enquanto que o menor osso é o estribo, localizado no ouvido medindo 0,25 cm de comprimento.

TIPOS BÁSICOS DE OSSOS
* Ossos longos:  o comprimento é maior que a largura


* Ossos curtos: são quase iguais no comprimento e na largura

* Ossos planos: são finos e achatados e podem ter formas variadas

           * Ossos irregulares: não se encaixam em nenhuma categoria anterior












ESTRUTURA DO OSSO

 Os ossos são constituídos por células que são estruturas vivas e recebem nutrientes, gás oxigênio e hormônios pelo sangue e contêm vasos sanguíneos.
São envolvidos por um tecido fibrosos e nas extremidades por cartilagem, que reduz o atrito provocado por esses ossos, nas articulações móveis, evitando deformações.
Os ossos são formados por dois tipos de tecido ósseo: o compacto envolve o esponjoso e é rígido e o esponjoso que é formado por uma rede fina de colunas de ossos   
O tecido ósseo é formado por células e pelo material orgânico que elas secretam, a matriz óssea, que é constituída por fibras de colágeno (elasticidade) e por deposição de sais de cálcio e fósforo (resistência, dureza)
No interior dos ossos longos existe uma cavidade na matriz rígida onde forma a medula óssea amarela, que armazena lipídios, e a medula óssea vermelha que irá produzir células sanguíneas.
Tecido ósseo        osteoblastos (produz matriz óssea- colágeno: flexibilidade, início da calcificação deposição de minerais)     cálcio (rigidez).
     As células que mantêm a atividade do osso são os osteócitos (osteoblasto maduro que não secretam matéria orgânica). Já os osteoclastos digerem os compostos da matriz extracelular, reabsorvendo o osso.

OSSOS DA CABEÇA
















OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR                   




OSSOS DO MEMBRO INFERIOR 



   




COLUNA VERTEBRAL 

















SISTEMA ARTICULAR

A maioria das articulações permite o movimento do corpo, embora existam articulações imóveis como as articulações da cabeça, unindo um osso ao outro.


A coluna vertebral permite curvar o corpo para frente, para trás e para os lados levemente, por uma articulação de cartilagem que permite o movimento entre uma vértebra e outra – articulação semimóvel.

    As articulações móveis acorre devido a contração e relaxamento dos 
músculos associados a eles.
Na região do joelho, os ossos são recobertos por cartilagem. Além disso existe a cavidade articular, um espaço entre os ossos, preenchido por um líquido, o sinovial, que reduz o atrito e absorve choques.
     Os ligamentos são feixes de fibras que mantem os dois ossos unidos na articulação sinovial.

SISTEMA  MUSCULAR

O conjunto de músculos representam de 40 a 50% do peso total de uma pessoa.
´  Sofrem contração (torna possível o movimento) e relaxamento, gerando o movimento.
´  Manutenção da postura corporal;
´  Produção de calor.

TIPOS DE MÚSCULOS

´  Músculo não estriado ou liso: tem contração lenta e involuntária, com exceção da bexiga.
´  Músculo estriado esquelético: fixam-se os ossos por meio de tendões (cordões fibrosos).
Tem contração vigorosa e voluntária.
´  Músculo estriado cardíaco: músculo que forma o coração, tem contração involuntária.

Deformações da coluna

´  Lordose: curvatura excessiva da coluna para dentro.
´  Cifose: deformidade da coluna geralmente na região cervical, onde se projeta para fora (corcunda).

´  Escoliose: curvatura lateral anormal da coluna.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

REINO MOnERA
O reino Monera é composto pelas eubactérias, as bactérias e as cianobactérias e arqueobactérias ou simplesmente arqueas.
·           São seres procariontes e unicelulares;
·           As bactérias podem ser autótrofas e heterótrofas, as cianobactérias são todas autótrofas e as arqueobactérias são autótrofas quimiossintetizantes.
·      As arqueobactérias vivem em habitats com condições extremas, por exemplo, de salinidade, pouco oxigénio, elevadas temperaturas e pH muito baixo ou muito elevado;

Morfologicamente, as arqueobactérias diferem das eubactérias em alguns aspectos fundamentais. A maioria das espécies dos dois grupos apresentam uma parede celular. No entanto, sua constituição química é bastante variada. A parede das arqueobactérias pode ser composta por polissacarídeos, glicoproteínas ou proteínas. As eubactérias, por sua vez, têm na sua parede uma categoria de substâncias chamadas de peptideoglicanas. As arqueobactérias se diferenciam das eubactérias, portanto, por não apresentarem peptideoglicanas na sua parede.

 Estrutura de uma bactéria   


 As bactérias são encontradas em todos os ecossistemas da Terra e são de grande importância para a saúde, para o ambiente e a economia. As bactérias são encontradas em qualquer tipo de meio: mar, água doce, solo, ar e, inclusive, no interior de muitos seres vivos.

CIANOBACTÉRIAS
 
As cianobactérias se diferenciam das demais bactérias por apresentarem um tipo de pigmento de cor azulada, além da clorofila. Por esse motivo a tempos atrás eram conhecidas como algas cianofíceas ou algas azuis.
Apesar de unicelulares, a maioria das cianobactérias se associam e vivem agrupadas formando colônias. E podem ser encontradas em ambientes bastante variados: na água doce, no mar, no solo, na superfície úmida de rochas ou troncos e até mesmo em locais onde outros seres vivos não sobreviveriam (locais desérticos).
São seres vivos fundamentais para o equilíbrio ecológico, devido a realização da fotossíntese, pois, é através dela que ocorre a renovação do gás oxigênio na atmosfera.



BACTÉRIAS

 As bactérias são seres que apresentam na sua constituição celular uma parede celular espessa, formada pela associação de um carboidrato com um protídeo.
Quanto à forma as bactérias podem ser:
 As bactérias podem viver isoladas ou formando colônias. Por exemplo, estafilococos, estreptococos, diplococos, pneumococos, entre outras.





REPRODUÇÃO DAS BACTÉRIAS


As bactérias se reproduzem de forma assexuada por bipartição ou cissiparidade, processo rápido e originam uma grande quantidade de indivíduos de uma só vez (formação de clones). Mas também se reproduzem sexuadamente (menos comum) por conjugação, o que aumenta a variabilidade genética das bactérias, pois, como há a participação de duas bactérias, elas irão formar uma outra com características diferentes daquelas que lhe deram origem.
 Reprodução sexuada por conjugação
  







Variabilidade genética
·         A bactéria pode incorporar genes de outras fontes, além do DNA herdado da célula-inicial;
·         A célula pode receber genes de outra por meio da reprodução sexuada por conjugação;
·         Podem incorporar, por meio de certas proteínas da membrana plasmática fragmentos do DNA presente no meio (transformação bacteriana);
·         Um tipo de modificação especial ocorre quando um bacteriófago ”injetam” genes nas bactérias hospedeiras, aletrando seu conteúdo genético (transdução).  Tal mecanismo é uma importante ferramenta para a engenharia genética: bacteriófagos são usados como vetores para injeção de genes selecionados em certas espécies de bactérias, para que elas apresentem determinadas alterações em seu metabolismo e produzam substâncias interesse médico ou científico.

Metabolismo bacteriano
As bactérias, a maioria é heterótrofa, podendo realizar a fermentação, respiração aeróbica, além das bactérias anaeróbica que utilizam susbtâncias que possuem oxigênio.  Existe ainda as bactérias autótrofas que realizam a fotossíntese e outras a quimiossíntese.
Os processos com os quais bactérias obtem energia, está relacionado com o nicho ecológico que elas ocupam e com a variedade de interações que se estabelecem entre bactérias e seres humanos.

IMPORTANCIA DAS BACTÉRIAS
·         decomposição de matéria orgânica morta. Esse processo é efetuado tanto aeróbia, quanto anaerobiamente;
·         agentes que provocam doença no homem;
·         em processos industriais, como por exemplo, os lactobacilos, utilizados na indústria de transformação do leite em coalhada;
·         no ciclo do nitrogênio, em que atuam em diversas fases, fazendo com que o nitrogênio atmosférico possa ser utilizado pelas plantas;
·         em Engenharia Genética e Biotecnologia para a síntese de vá rias substâncias, entre elas a insulina e o hormônio de crescimento.
·         Há várias outras importâncias das bactérias em relação os seres vivos, onde podem estar associadas de alguma maneira, favorecendo ou não aqueles que estão associados. Um exemplo são bactérias que vivem mutualisticamente com animais, no caso dos ruminantes, elas vivem no intestino auxiliando a quebra da molécula de celulose e no intestino humano as bactérias da microbiota  (fazem a recuperação de energia a partir da fermentação de carboidratos não digeridos e a absorção de ácidos graxos).

AS BACTÉRIAS E A SAÚDE HUMANA
CÁRIE DENTÁRIA
O melhor remédio é a prevenção.
   
 

Disenteria bacteriana
As bactérias causadoras de disenteria são várias dentre elas estão:  Vibrio cholareae, Escherichia coli (causando uma diarreia aquosa), Singella, Escherichia coli êntero-hemorrágica,  Samonella (causa diarreia sanguinolenta).

 Meningite meningocócica
A meningite bacteriana é muito mais grave do que a meningite viral.  Elas se associam a uma alta letalidade (número de mortes dividido pelo número de casos da doença).  Vários estudos mostram uma mortalidade em torno de 25% dos casos.
25% de casos com sequelas neurológicas mesmo que tenham recebido tratamento adequado.

Hanseníase
O Brasil é o único país que ainda não conseguiu erradicar a propagação da bactéria causadora da hanseníase.

A ONU tinha como objetivo de eliminar a doença até o fim de 2015, mas infelizmente não foi possível, ainda é registrado mais de um caso a cada 10 mil habitantes.
    





Tuberculose
Sabe-se que os casos de tuberculose na sua maioria associados com a pobreza e também que muitos aidéticos adquirem facilmente  a bactéria e desenvolvem a doença podendo os levarem a óbito.
Segundo a OMS (organização mundial de saúde) há cerca de 1.9 milhões de morte por tuberculose por ano, com cerca de 98% dos casos em países em desenvolvimento e cerca de 350.000 mortes estão associadas com a aids.
Estima-se que surge cerca de 8.7 milhões de casos por ano, sendo que 80% estão concentrados em 22 países, entre eles o Brasil. A TBMR (tuberculose multirresistente) está presente em 63 dos 72 países que participaram do inquérito mundial realizado no período de 1994-1999.
Do total de casos novos de tuberculose estimados pela OMS, menos da metade são notificados, situação que traduz a insuficiência das políticas de controle.

Tétano
queda no número de casos de tétano no Brasil é atribuída à vacinação de rotina e ao reforço na imunização dos chamados grupos de risco.
Desde 2007 são registrados, em média, seis casos da doença por ano, com quatro mortes entre os bebês prematuros. A partir daquele ano, a média anual tem se mantido em 340 casos confirmados.

Cólera
O primeiro caso de cólera no Paraná foi registrado em 1999, em Paranaguá, no litoral do Estado.  A vítima era uma menina de 9 anos








Vacinas
Existem vacinas para a grande maioria das doenças bacterianas, mas precisamos lembrar que há diferenças as vacinas públicas e as vacinas privadas.
As vacinas públicas não abrangem a mesma quantidade de espécies de bactérias que causam as doenças, por exemplo, na rede pública é usada a meningocócica C e na rede privada é utilizada uma vacina que abrange a do tipo A, B, C, W 135, Y.
Veja o vídeo: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/08/meningite-pode-ser-causada-por-bacterias-virus-fungos-e-parasitas.html

REFERÊNCIAS